Sete ambulâncias e corpo "prestes a explodir": como policiais descreveram local da morte de Maradona
Publicado em 19/03/2025 às 08:42


Lucas Farías, atual subcomissário da polícia de Buenos Aires, jamais esquecerá uma imagem: a de Diego Maradona morto. Foi assim que ele descreveu a cena durante o julgamento de sete suspeitos de contribuírem para o falecimento do ídolo argentino.


Farías estava se referindo ao corpo de Maradona. Ele foi o primeiro policial fardado a entrar na casa no bairro privado de San Andrés, em Tigre, em 25 de novembro de 2020, onde o craque mundial do futebol viveu suas últimas duas semanas. Ele chegou uma hora e 20 minutos após a morte do então treinador do Gimnasia y Esgrima La Plata.


O policial falou como testemunha no julgamento onde profissionais de saúde são julgados por seu suposto envolvimento na morte de Maradona. O julgamento é conduzido pelo Terceiro Juizado Criminal de San Isidro, composto pelos juízes Verónica Di Tommaso, Maximiliano Savarino e Julieta Makintach.

DA FOLHA PE