O Ministério Público Federal pediu à Justiça a suspensão imediata da homologação e assinatura dos contratos dos Leilões de Reserva de Capacidade de 2026, organizados pelo Ministério de Minas e Energia e pela Aneel.
O MPF aponta possíveis falhas técnicas, risco de aumento nas tarifas de energia e favorecimento excessivo a termelétricas movidas a combustíveis fósseis. Associações do setor também questionam o modelo do certame.
Realizado em março, o leilão contratou 19 GW em novos projetos e movimentou cerca de R$ 64,5 bilhões em investimentos, o maior volume já registrado no setor elétrico brasileiro.