As exportações da América Latina para a China cresceram 25% no primeiro trimestre de 2026, segundo o BID. Apesar disso, os Estados Unidos seguem como principal destino das vendas da região.
O avanço foi impulsionado principalmente pela demanda chinesa por commodities da América do Sul, com destaque para Brasil, além da valorização de produtos como ouro e cobre.
O relatório aponta que a dependência de matérias-primas mantém a região vulnerável. Ao mesmo tempo, a disputa entre China e EUA intensifica a competição por influência econômica e estratégica no continente.