O governo brasileiro endossou apenas três dos oito comunicados negociados durante a cúpula do G7 realizada em Évian-les-Bains, na França. Os documentos apoiados tratam da proteção online de menores, da luta contra o câncer e do combate ao narcotráfico.
Segundo integrantes do governo ouvidos pelo Estadão, a decisão foi motivada pela ausência de temas considerados prioritários pelo Brasil, como questões climáticas e referências à atuação da OMS no enfrentamento de emergências sanitárias, incluindo surtos de Ebola.
O presidente Lula (PT) também avaliou que fóruns mais amplos, como o G20, seriam mais adequados para tratar de temas globais por incluírem outras potências econômicas, como China, Índia e Rússia.