Presa sete dias após a morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, em um salto de rope jump no dia 13 de junho, na Ponte do Esqueleto, em Limeira, interior de São Paulo, a CEO do grupo “Entre Cordas”, Evelyne dos Santos Gonçalves, foi indiciada pela Polícia Civil (PCESP) por homicídio qualificado e fraude processual.
A Secretaria da Segurança Pública (SSP) confirmou a informação nesta quinta-feira (2). A mulher é acusada de obstrução de elementos considerados relevantes para o trabalho da polícia. Segundo a delegada Andréa Levy, responsável pelo caso, "elementos que demonstram que Evelyne integrava o núcleo organizacional responsável pela realização da atividade, participando da definição de aspectos logísticos do evento, administração dos participantes, divulgação da atividade e manutenção da estrutura operacional necessária para sua execução".
O inquérito foi enviado para o Ministério Público de São Paulo nesta quinta (2).
O indiciamento de Evelyne ocorreu no contexto da nova investigação instaurada para apurar a atuação dela e de outros dois detidos no caso: João Antônio Pivetta Ribeiro da Silva e Gabriel Barros Martins. Os dois homens não foram indiciados, e a polícia solicitou a revogação das prisões. No caso da CEO, foi encaminhado à Justiça o pedido de conversão da prisão temporária em preventiva.