A campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) avalia que a proibição de visitas ao ex-presidente Jair Bolsonaro, determinada pelo ministro Alexandre de Moraes, pode fortalecer o papel do parlamentar como principal porta-voz político do pai. As informações foram publicadas pela Folha de S.Paulo.
Segundo a reportagem, aliados entendem que a última carta divulgada por Bolsonaro, na qual define Flávio como seu “porta-voz”, amplia a autonomia do senador para conduzir a pré-campanha presidencial e tomar decisões sem depender de consultas ao ex-presidente.
De acordo com a Folha, integrantes da campanha também avaliam que o isolamento de Bolsonaro tende a reduzir a influência política da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro nas articulações do grupo, embora a defesa de Flávio continue buscando reverter a decisão de Moraes.