A coordenação econômica da campanha à reeleição de Lula avalia propostas estruturantes para um eventual novo mandato, mas evita antecipar medidas durante a campanha. Entre os eixos estão gastos obrigatórios, benefícios sociais, gastos tributários e modernização do Estado.
Segundo a apuração, integrantes da equipe discutem possíveis mudanças na fórmula de reajuste do salário mínimo e uma revisão de programas sociais, com atenção ao BPC. O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirma que não há discussão para acabar com a valorização real do mínimo.
Na área fiscal, a campanha sinaliza a manutenção de esforços sobre receitas e despesas e admite possível ajuste no atual arcabouço fiscal. A equipe também defende participação dos demais Poderes no controle dos gastos e critica a aprovação de novas despesas sem fontes de compensação.