A candidata Cabo Aênia afirmou ter sido impedida de ingressar no Batalhão de Polícia de Guarda (BPGD), onde pretendia conversar com integrantes da tropa. Segundo ela, a restrição ocorreu mesmo sem a utilização de material de campanha ou qualquer manifestação explícita relacionada à sua candidatura.
De acordo com Aênia, a informação de que ela não poderia entrar no batalhão teria sido repassada pelo subtenente Simões.
A candidata relatou ainda que uma das justificativas apresentadas teria relação com a camisa utilizada por seu marido, que trazia a frase “Valorização e respeito já”.
“É um absurdo. Disseram que a camisa do meu marido é propaganda política, quando, na verdade, é apenas uma frase que representa tudo em que acreditamos para a tropa”, declarou Cabo Aênia.
Aênia criticou a decisão e afirmou que sua intenção era apenas manter contato com os profissionais da unidade, sem realizar qualquer ato de campanha dentro do batalhão.
Até o momento, não foi localizada em fonte pública consultada uma manifestação sobre o episódio por parte do BPGD ou do subtenente citado.