O governo da China rejeitou as conclusões de uma investigação comercial dos Estados Unidos que aponta o uso de trabalho forçado para beneficiar produtores chineses. A porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Mao Ning, classificou a acusação como uma forma de “manipulação política”.
A reação ocorreu após o USTR propor tarifas adicionais de até 12,5% sobre importações de 59 países, incluindo China e Brasil, por supostas falhas no combate ao trabalho forçado em cadeias produtivas.
Segundo Mao Ning, não existe trabalho forçado na China e medidas unilaterais não contribuem para a solução de disputas comerciais. A proposta dos EUA ainda passará por consulta pública antes de uma decisão final.