O Brasil que trabalha venceu — e o Estado ainda não percebeu
Publicado em 15/04/2026 às 06:40

O Brasil já tem uma política pública que funciona — e, paradoxalmente, insiste em não aprender com ela. Em um cenário histórico marcado por iniciativas que nascem com boas intenções, mas se perdem na burocracia, ou que até produzem resultados pontuais, mas não chegam efetivamente à ponta, o Microempreendedor Individual (MEI) surge como uma exceção rara: uma política que saiu do papel, entrou na vida real e passou a fazer sentido concreto para milhões de brasileiros. Se programas governamentais fossem submetidos ao voto popular, não haveria exagero em afirmar que o MEI estaria entre os vencedores, não por força de discurso ou construção narrativa, mas por desempenho verificável, mensurável e, sobretudo, vivido no cotidiano.


Atualmente, o Brasil reúne algo entre 13 e 15 milhões de MEIs ativos, o que representa a maior base de formalização produtiva da sua história recente, além de responder pela maior parte das novas empresas abertas anualmente. Esses números, por si só, já seriam suficientes para justificar a relevância do programa, mas sua verdadeira dimensão não se revela nas estatísticas, e sim na transformação silenciosa que promoveu na estrutura econômica do país. Trata-se do eletricista que deixou de trabalhar de forma informal, sem qualquer previsibilidade ou segurança, e passou a atender empresas, emitir nota fiscal e negociar com maior equilíbrio suas condições de serviço; da manicure que organizou sua clientela, estruturou sua atividade e passou a operar com lógica empresarial; do pedreiro que saiu da lógica dos bicos, passou a comprovar renda e acessar crédito; do pequeno vendedor que deixou a informalidade e passou a fornecer para eventos, empresas e clientes mais exigentes; do trabalhador que, pela primeira vez, passou a existir juridicamente como agente econômico.


O MEI não criou essas pessoas, tampouco inventou essas atividades. O que fez foi algo mais profundo e estrutural: conferiu reconhecimento jurídico e econômico a uma massa de trabalhadores que sempre existiu, mas que historicamente foi ignorada pelo Estado. Criado em 2008, no governo de Luiz Inácio Lula da Silva, o programa foi concebido para enfrentar três problemas crônicos da economia brasileira — a informalidade elevada, a burocracia excessiva e a exclusão econômica de pequenos agentes — e o fez a partir de uma lógica de simplificação, reduzindo custos, digitalizando processos e permitindo a formalização em larga escala. O resultado foi a ampliação da base produtiva nacional de forma capilar, contínua e resiliente, consolidando um tipo de crescimento que não se concentra em grandes estruturas, mas se distribui na base da economia.


Entretanto, como frequentemente ocorre no Brasil, o sucesso de uma política pública acaba revelando novas distorções quando não é acompanhado de evolução institucional. O limite de faturamento do MEI, atualmente fixado em R$ 81 mil por ano, tornou-se um obstáculo concreto ao crescimento desses empreendedores, pois aqueles que conseguem expandir minimamente suas atividades são empurrados para fora do regime simplificado e lançados em um ambiente tributário mais complexo, oneroso e, muitas vezes, desestimulante. O país, assim, cria um paradoxo que compromete sua própria dinâmica econômica: incentiva o início da atividade, mas dificulta sua continuidade, permitindo que o cidadão comece, mas penalizando-o quando passa a dar certo.


Esse problema revela uma falha de desenho institucional que precisa ser enfrentada com maturidade. Crescimento econômico não se constrói por rupturas abruptas, mas por progressões estruturadas, e é nesse ponto que se torna essencial a construção de uma escada tributária progressiva, capaz de permitir a transição gradual entre regimes, evitando saltos bruscos de carga tributária e complexidade regulatória. A simples ampliação do teto do MEI, embora necessária e já debatida em patamares entre R$ 108 mil e R$ 130 mil, não resolve integralmente a questão, pois o desafio central não é apenas permitir que o pequeno fature mais, mas garantir que ele possa evoluir sem ser punido por isso.


Paralelamente a essa discussão, emerge o debate sobre o uso do MEI em relações contratuais mais flexíveis, frequentemente associado ao fenômeno da pejotização, que tem sido objeto de controvérsia jurídica e ideológica. Nesse aspecto, o Supremo Tribunal Federal tem demonstrado uma leitura mais aderente à realidade econômica contemporânea ao reconhecer a validade de contratos entre pessoas jurídicas, valorizando a autonomia privada e a liberdade contratual. Essa posição não representa precarização, mas sim uma adaptação do direito às transformações do mundo do trabalho, que deixou de ser estruturado exclusivamente em vínculos rígidos, subordinados e exclusivos, passando a incorporar modelos mais flexíveis, dinâmicos e orientados à prestação de serviços.


Em contraste, observa-se que uma leitura ainda predominante na jurisprudência trabalhista revela dificuldade de adaptação a essa nova realidade, ao insistir em enquadrar relações contemporâneas dentro de categorias concebidas para uma economia industrial do século passado. Esse descompasso gera insegurança jurídica, amplia a litigiosidade e desestimula a contratação, produzindo um efeito contrário ao que se pretende: em vez de proteger, acaba por engessar; em vez de equilibrar, afasta oportunidades e reduz o dinamismo econômico justamente na base que mais cresce.


Diante desse cenário, a chamada pejotização não pode ser tratada de forma simplista como desvio ou irregularidade generalizada, mas deve ser compreendida, em grande medida, como expressão de uma reorganização econômica já em curso, na qual milhões de brasileiros optam por atuar como pessoas jurídicas em busca de maior autonomia, potencial de renda e controle sobre sua atividade profissional. O MEI, nesse contexto, não apenas viabilizou esse movimento, como se tornou uma das suas principais ferramentas institucionais, enquanto o STF começa a reconhecer juridicamente essa transformação.


Não se pode ignorar, ainda, uma distorção relevante no desenho de parte das políticas sociais brasileiras, especialmente aquelas de transferência de renda continuada, como o Bolsa Família, que, embora tenha mérito inegável no combate à pobreza extrema e na proteção imediata de famílias vulneráveis, foi concebido sob a lógica da transitoriedade e da superação da condição de dependência, mas, na prática, acabou por se converter, em muitos casos, em um mecanismo de permanência. O problema não está no auxílio em si, que é necessário em um país desigual, mas na ausência de uma política robusta de saída, que conecte o beneficiário ao mercado de trabalho, ao empreendedorismo ou à qualificação produtiva. Quando não há essa transição, o programa corre o risco de produzir efeitos indesejados, como a acomodação econômica e a aversão ao risco do trabalho formal, especialmente em regiões onde a renda do benefício se aproxima ou substitui ganhos possíveis em atividades de baixa remuneração. O contraste com o MEI é evidente: enquanto um modelo estimula a autonomia, a geração de renda e a formalização, o outro, quando mal calibrado, pode reforçar a dependência e reduzir o incentivo à inserção produtiva. O Brasil não precisa escolher entre assistência e trabalho, mas precisa, com urgência, integrar essas agendas, sob pena de perpetuar um ciclo em que se garante renda mínima sem construir, de fato, caminhos consistentes de emancipação econômica.


O ponto central, contudo, permanece inalterado: o Brasil precisa decidir se está disposto a liberar o potencial dessa base produtiva ou se continuará impondo limites artificiais ao seu crescimento. O MEI já demonstrou sua eficácia ao formalizar milhões de trabalhadores, simplificar o ambiente de negócios e democratizar o acesso à economia formal, mas seu verdadeiro papel estratégico ainda não foi plenamente compreendido. O desafio atual não é mais o da formalização, mas o da prosperidade, o que exige atualização normativa, inteligência tributária e alinhamento institucional.


Enquanto o país insistir em dificultar a evolução de quem começa a crescer, permanecerá preso a ciclos recorrentes de baixo dinamismo econômico. Ignorar os pequenos, nesse contexto, não é apenas um equívoco — é um erro estratégico. Eles não representam a margem da economia, mas sua base, sua capilaridade e sua resiliência.


Se o MEI fosse candidato, venceria com folga, pois reúne aquilo que raramente se encontra em políticas públicas: eficiência, aceitação social e impacto real. O verdadeiro desafio, no entanto, não é elegê-lo simbolicamente, mas compreendê-lo como modelo de desenvolvimento e ter coragem institucional para levá-lo adiante, pois, no Brasil, até aquilo que dá certo ainda precisa pedir licença para evoluir.


Inácio Feitosa

Advogado, escritor e fundador do Instituto IGEDUC

Motta diz que não há acordo para votação de novo projeto sobre fim da escala 6×1
Publicado em 15/04/2026 às 06:30

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos), afirmou nesta terça-feira (14) que não há acordo para a votação do novo Projeto de Lei enviado pelo governo federal no mesmo dia sobre o fim da escala de trabalho 6×1.


Ao comentar o envio do projeto à imprensa, Motta destacou que cabe ao Legislativo definir o momento de análise. “É um direito do presidente de mandar o projeto, e é um direito da Casa analisar no momento que acha que deve analisar”, afirmou o deputado.


O presidente da Câmara também indicou que o cronograma da PEC sobre a escala 6×1 segue inalterado. Segundo ele, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) deve votar a proposta nesta quarta-feira (15), às 10h, mantendo o calendário previamente estabelecido. Informações do Estadão.

França vê Kassab traído por Tarcísio e caminho para aliança com Lula
Publicado em 15/04/2026 às 06:17

Um dos articuladores da aliança entre o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em 2022, o ex-governador de São Paulo Márcio França (PSB) vê chances de ocorrer um movimento semelhante com o presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, nas eleições deste ano.


A interlocutores, França tem dito que Kassab é o Alckmin do pleito de 2026. O ex-governador disse, em conversas reservadas, que o presidente do PSD “está solto” após ter sido, nas palavras dele, “traído” pelo governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), de quem foi um importante aliado nas eleições e secretário de Governo até o mês passado.


Kassab tinha expectativa de ser o vice na chapa à reeleição de Tarcísio, mas o governador recusou e ainda tirou a vaga do PSD. O atual vice, Felício Ramuth, deixou a legenda de Kassab e se filiou ao MDB para disputar a eleição ao lado do atual chefe do Executivo paulista novamente.


França defende que a eleição de Lula, em 2022, foi ganha pelos votos conquistados em São Paulo, apesar do petista ter perdido para o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) no estado, por 55% a 45%. Na visão dele, a desvantagem teria sido maior não fosse a influência de Alckmin, que governou o estado por quatro mandatos, no interior. Hoje, é o partido de Kassab que tem mais prefeitos paulistas.


Um dos cenários possíveis para Kassab se aliar à esquerda é oferecer ao cacique do PSD a vaga de vice na chapa de Lula. Embora o presidente tenha anunciado a reedição da parceria eleitoral com Alckmin, algumas lideranças petistas de São Paulo têm defendido publicamente que o atual vice-presidente dispute uma cadeira ao Senado pelo estado, e Kassab seja o vice de Lula.


Nas entrevistas que concede e nos eventos que participa, Kassab tem dito que está comprometido com o projeto de reeleição de Tarcísio. O presidente do PSD também tem afirmado que levará até o fim a pré-candidatura presidencial do ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, que trocou o União Brasil pelo PSD para concorrer ao Planalto.

Fachin repudia relatório da CPI e aponta ‘desvios de finalidade’ após rejeição
Publicado em 14/04/2026 às 20:01

O presidente do STF, ministro Edson Fachin, criticou o relatório da CPI do Crime Organizado que sugeria o indiciamento de ministros da Corte. O texto foi rejeitado pela comissão por 6 votos a 4.


Em nota, Fachin afirmou que houve “desvios de finalidade temática” na atuação da CPI e disse que esse tipo de conduta pode enfraquecer a democracia e ameaçar direitos fundamentais.


O ministro também manifestou solidariedade aos colegas citados e reforçou que o Supremo seguirá atuando na defesa da Constituição e da independência entre os Poderes.

Caminhada de filhotes de tartaruga ao mar acontece nesta quarta (15) em Paulista
Publicado em 14/04/2026 às 19:41

A Prefeitura do Paulista, por meio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (SEMMA), acompanha, nesta quarta-feira (15), uma ação ambiental de grande importância para a preservação da fauna marinha: o deslocamento natural de filhotes de tartaruga-de-pente em direção ao mar. A eclosão tem previsão de início a partir das 6h30, na Rua Belém de São Francisco, na praia de Enseadinha, no bairro do Janga. A orientação é que os interessados cheguem com antecedência.


Duas equipes da SEMMA estarão no local realizando o monitoramento e orientando o público, garantindo que o momento ocorra de forma segura e respeitosa, sem interferência no percurso dos filhotes.


A iniciativa reforça a importância da conscientização ambiental e da preservação das espécies marinhas, além de oferecer à população a oportunidade de acompanhar esse importante ciclo da natureza, seguindo as orientações das equipes técnicas.

Aécio convida Ciro Gomes para disputar Presidência pelo PSDB
Publicado em 14/04/2026 às 19:32

O presidente do PSDB, Aécio Neves, convidou Ciro Gomes para disputar a Presidência em 2026, em movimento para construir uma alternativa à polarização nacional.


Ciro afirmou que recebeu o convite com surpresa e disse que ainda vai avaliar a decisão, após diálogo com aliados e amadurecimento político.


O tucano defende o nome do ex-governador como opção fora do embate entre Lula e o bolsonarismo, enquanto Ciro mantém planos também no Ceará.

Governo prevê reajuste de R$ 300 milhões no programa Gás do Povo
Publicado em 14/04/2026 às 19:09

O governo federal planeja aumentar em cerca de R$ 300 milhões o orçamento do programa Gás do Povo para conter impactos nos preços do GLP.


O anúncio foi feito pelo ministro Alexandre Silveira, que afirmou que as medidas adotadas têm mantido os preços estáveis, mesmo com a guerra no Oriente Médio.


Segundo ele, o reajuste busca proteger famílias de baixa renda e evitar aumentos no gás de cozinha em meio à pressão internacional sobre combustíveis.

TV 3.0 avança no Brasil com lançamento de estação de testes em Brasília (DF)
Publicado em 14/04/2026 às 18:48

Nova geração da TV aberta promete mais interatividade, qualidade de imagem e integração com a internet


nova era da televisão aberta brasileira começa a ganhar forma. O Ministério das Comunicações, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e a Empresa Brasil de Comunicação (EBC) lançaram, nesta terça-feira (14), a estação de testes da TV 3.0, em Brasília (DF), marco estratégico para a implantação da nova geração da radiodifusão no país.


Instalada na Torre de TV da capital federal, a estrutura permitirá o início das transmissões experimentais da TV 3.0, com previsão de envio dos primeiros sinais já em 2026. A iniciativa representa um avanço significativo rumo a um modelo mais moderno, inclusivo e integrado à internet, consolidando o Brasil entre os países que lideram a evolução tecnológica da televisão aberta.


“Mais do que um equipamento, esta estação representa um passo concreto rumo a uma transformação profunda na forma como a televisão é produzida, distribuída e consumida pelos brasileiros. Ela permitirá demonstrar, na prática, como essa tecnologia funciona em um ambiente real. Aqui, vamos testar soluções, validar modelos e preparar o caminho para a implementação da TV 3.0 em todo o Brasil”, disse o ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho.


A estação de testes foi autorizada pela Anatel e será utilizada pela EBC e pela Rede Legislativa, que inclui as TVs Câmara e Senado, para demonstrar, na prática, o funcionamento da nova tecnologia em um ambiente semelhante ao de operação real. Nesta fase inicial, o conteúdo transmitido será o já produzido para a chamada TV 2.5, utilizando a nova faixa de canais destinada ao padrão 3.0, como o canal 253.


Segundo a presidenta da EBC, Antonia Pellegrino, a TV 3.0 marca o início de uma nova era na comunicação e abrange um leque de oportunidades inéditas. “A TV 3.0 oferece mais do que ampliar as possibilidades de interação, localização e organização de conteúdo no âmbito da TV aberta. Trata-se de uma ferramenta democrática para e pela cidadania”, afirma.


Do ponto de vista técnico, a estrutura conta com um transmissor em formato de rack, semelhante aos utilizados em datacenters, instalado no subsolo da Torre de TV e conectado à antena posicionada na própria estrutura. Os equipamentos foram instalados pela Seja Digital, em um projeto financiado com recursos do edital do 4G e conduzido pelo GIRED, grupo da Anatel responsável pela digitalização da TV no Brasil, com participação do Ministério das Comunicações.


“Esta estação, especificamente, será a porta de entrada para a EBC e para a rede legislativa na TV 3.0, em um momento absolutamente singular da história em que a comunicação pública vive sua maior expansão de todos os tempos. Essa estação é fruto de um projeto aprovado e implementado pelo GIRED, grupo do qual participam as organizações aqui presentes: Ministério das Comunicações, Anatel, radiodifusão privada, radiodifusão pública e prestadoras de telecomunicações. Todas essas organizações participam do GIRED, um grupo que hoje tenho a honra de presidir”, disse o conselheiro da Anatel, Octavio Pieranti.


Mais do que um teste técnico, a iniciativa é uma etapa essencial para validar a infraestrutura e preparar todo o ecossistema da TV 3.0 no país. A nova tecnologia promete transformar a experiência do telespectador, com recursos como interatividade avançada, personalização de conteúdo, segmentação regional e qualidade superior de som e imagem.


A TV 3.0 também marca a convergência entre a radiodifusão tradicional e o ambiente digital, aproximando a TV aberta das dinâmicas já presentes nas plataformas online, sem abrir mão do alcance e da gratuidade que caracterizam o serviço no Brasil.

Deputado Abimael Santos é o novo líder da bancada do PL na Alepe
Publicado em 14/04/2026 às 18:39

O deputado estadual Abimael Santos foi escolhido como o novo líder da bancada do Partido Liberal (PL) na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe). A definição reforça o protagonismo do parlamentar dentro da legenda e marca um novo momento de articulação política no Legislativo estadual. A escolha foi recebida com apoio interno e sinaliza a intenção do partido de fortalecer sua atuação em pautas estratégicas para o estado.


A indicação de Abimael Santos para a liderança expressa a confiança do PL em sua trajetória política e em sua capacidade de diálogo. Ao longo de sua atuação parlamentar, ele tem se destacado pela defesa de propostas voltadas ao desenvolvimento regional, à melhoria dos serviços públicos e ao fortalecimento das políticas voltadas à população pernambucana.


Como líder da bancada, Abimael terá a missão de coordenar os posicionamentos do partido, articular alianças e representar os interesses da legenda nas discussões legislativas. O novo posto também amplia sua responsabilidade na condução de pautas prioritárias e na interlocução com outros parlamentares na Alepe.


Em sua primeira declaração após assumir a liderança, o deputado destacou o compromisso com os princípios que orientam sua atuação política. “Vamos juntos nessa jornada representando os valores patrióticos, buscando honrar a missão que nos foi dada por nossos eleitores”, afirmou. A fala reforça o tom de alinhamento com a base partidária e o compromisso com as demandas da população de Pernambuco.

Miguel conversa com Mano Medeiros sobre desafios da RMR e recebe apoio de prefeitos na disputa pelo Senado Federal
Publicado em 14/04/2026 às 18:32

O presidente do União Brasil Pernambuco, Miguel Coelho, manteve nesta terça-feira uma série de agendas com lideranças políticas do Estado. Pré-candidato ao Senado, Miguel recebeu apoios dos prefeitos de Águas Belas e Feira Nova. Ele também conversou com o chefe do executivo de Jaboatão dos Guararapes, Mano Medeiros, sobre os desafios da Região Metropolitana do Recife (RMR).


“É importante dialogar com as pessoas, compreender as diferentes realidades e trabalhar ao lado dos municípios. Quero ser senador para estar presente, ao lado da população, trabalhando e fazendo entregas. A distância que existe até Brasília precisa acabar”, disse Miguel Coelho. 


Pela manhã ele participou de reunião com Mano Medeiros, que governa a segunda cidade mais importante do Estado, com mais de 700 mil habitantes. Eles discutiram sobre infraestrutura urbana, mobilidade e o trabalho de proteção de encostas. 


Na sequência, ele recebeu o prefeito de Feira Nova, Joel Gonzaga, e o ex, Danilson Gonzaga. Eles declararam apoio ao nome de Miguel na disputa pelo Senado. Elton Martins, prefeito de Águas Belas, também estará com Miguel Coelho para o Senado. “Ele é preparado, conhece bem as dificuldades que as prefeituras vivenciam e certamente irá nos ajudar muito no Senado”, afirmou Elton.