Pelo segundo ano, São Lourenço denuncia falta de apoio do Estado à Festa de Agosto
Publicado em 22/07/2026 às 14:14

Durante a live de anúncio da programação da Festa de Agosto 2026, o prefeito de São Lourenço da Mata, Vinícius Labanca, voltou a criticar a falta de apoio do Governo de Pernambuco.

Segundo o prefeito, pelo segundo ano consecutivo, a Prefeitura encaminhou todos os pedidos dentro do prazo e com a documentação exigida às secretarias estaduais, mas não recebeu sequer uma resposta.

Labanca lamentou que a Festa de Agosto, reconhecida como Patrimônio Cultural Imaterial de Pernambuco, não tenha recebido nenhum apoio financeiro ou cultural do Estado.

O prefeito também citou reportagem do Blog do Magno, segundo a qual o Governo de Pernambuco, comandado pela governadora Raquel Lyra, foi o que mais gastou com shows no Brasil. Diante disso, questionou por que São Lourenço da Mata não teve direito a receber sequer um real.

Para Labanca, a ausência de investimentos reforça a percepção de perseguição política em razão de seu apoio a João Campos. Ele afirmou ainda que o problema não ocorre apenas nos eventos, destacando que a cidade não possui grandes obras nem convênios relevantes com o Governo do Estado.

“Não é justo punir uma cidade inteira por causa de uma posição política. São Lourenço da Mata também faz parte de Pernambuco e merece respeito”, afirmou o prefeito.

Prefeitura e Porto Digital iniciam retirada de fiação aérea de telecom no bairro do Recife
Publicado em 22/07/2026 às 14:13

Iniciativa atende demanda histórica de moradores, comerciantes e frequentadores da área central da cidade e começa pelas ruas da Guia e Apolo. Fiação está sendo embutida subterrânea. Prefeito Victor Marques fez, nesta quarta (22), o corte simbólico dos fios

O processo de embutimento da rede de telecomunicações no bairro do Recife chegou à sua segunda etapa. Executada pela Prefeitura, em parceria com o Porto Digital, a iniciativa, que é coordenada pelo Gabinete do Centro do Recife (Recentro), é uma demanda histórica de moradores, comerciantes e frequentadores da área central da cidade. A obra de infraestrutura faz parte do projeto R.E.D.E.S. - Recife Digital e Estratégias Sustentáveis - e conta com investimento de mais de R$ 2 milhões. Nesta quarta-feira (22), o prefeito Victor Marques vistoriou o processo de embutimento, fez o corte simbólico de fios e destacou o processo de escuta e diálogo para o funcionamento do projeto.

“Esse foi um trabalho coordenado pelo Recentro, que é uma instância de escuta, e foi feito através do diálogo com todos os proprietários dos imóveis. Os dutos tiveram uma manutenção, organizada pelo Recentro e tocada pelo Porto Digital, e agora passarão os novos cabos da rede lógica, fazendo a intervenção no chão, sem dano aos imóveis, lembrando que a gente está na região de patrimônio histórico. Em resumo, aquela conexão que era aérea, vinha do poste e chegava por cima da casa, já não existe mais nesses imóveis”, explicou o prefeito Victor Marques. “Esse é um projeto piloto no Brasil e a gente está testando aqui com a expectativa de levar esse trabalho para outras áreas da cidade”, continuou o gestor.

O projeto está dividido em duas etapas. A primeira, já concluída, contemplou as ruas do Apolo e da Guia e a Avenida Cais do Apolo, interligando os 70 imóveis da área aos dutos subterrâneos. Com isso, esses locais tornaram-se aptos a realizar a conexão da rede e posterior retirada da fiação aérea por parte das empresas de telecom que atendem esta área.

Ana Paula Vilaça, chefe do Gabinete do Centro do Recife, destacou a importância do embutimento da rede de telecom e como ocorre o processo. “Em parceria com o Porto Digital, estamos realizando a primeira fase do projeto, que compreende o Cais do Apolo, Rua do Apolo e Rua da Guia. Através do trabalho de articulação do Recentro, onde apresentamos o projeto, falamos com cada proprietário de cada imóvel, foi possível fazer a conexão interna junto a esses imóveis. A partir do pleno funcionamento das redes de telecom, estamos prontos para a retirada da fiação aérea. Esperamos uma paisagem urbana melhor, uma experiência melhor para o recifense e o turista que vem conhecer a nossa cidade. Esse é um projeto piloto, que a gente pretende expandir para outras áreas do nosso centro histórico”, concluiu.

Já Pierre Lucena, presidente do Porto Digital, contou que a estimativa é de que o embutimento da área onde está sendo realizado o serviço seja finalizado até novembro, quando ocorrerá a próxima edição do festival Rec’n’Play. “Estamos derrubando hoje o primeiro cabo de telecom nessa área histórica, entre a Avenida Rio Branco e a Praça do Arsenal, que vai ser toda limpa, sem esses cabeamentos que enfeiavam todo o bairro e traziam muita insegurança para as conexões. A gente vai ter condições de fazer todo o cabeamento subterrâneo aqui do bairro e a nossa ideia é que até o Rec’n’Play, toda essa área esteja sem esse cabeamento externo”, destacou.

A segunda etapa do projeto já foi iniciada e abrange as ruas Domingos Martins, do Bom Jesus, de São Jorge, Itaiópolis, do Observatório, Vital Oliveira, Travessa Barão Rodrigues Mendes e Avenidas Alfredo Lisboa, Rio Branco e Barbosa Lima. Serão mais 53 imóveis, com o término previsto para 25 de setembro, e a retirada dos fios está prevista para até 12 de fevereiro do próximo ano.

EUA ligam desmatamento no Brasil a vantagem comercial em tarifaço
Publicado em 22/07/2026 às 14:00

O chefe do Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR), Jamieson Greer, afirmou nesta quarta-feira (22) que o desmatamento no Brasil dá aos produtores brasileiros uma vantagem competitiva sobre os agricultores americanos.

Greer disse que essa foi uma das justificativas da investigação conduzida com base na Seção 301 da Lei de Comércio de 1974, que embasou a tarifa adicional de 25% sobre produtos brasileiros, em vigor desde esta quarta-feira.

O governo Lula contesta a medida e afirma que os índices de desmatamento na Amazônia e no Cerrado vêm caindo. Também rejeita a alegação de que o Pix represente uma prática comercial desleal.

Tarifa de 25% dos EUA sobre etanol do Brasil terá efeito limitado; entenda
Publicado em 22/07/2026 às 13:09

A tarifa adicional de 25% anunciada pelos Estados Unidos sobre o etanol brasileiro deve provocar impactos pontuais sobre empresas exportadoras, mas esse efeito tende a ser limitado sobre o conjunto da economia brasileira.

Especialistas ouvidos pela Agência Brasil avaliam que a medida tem forte componente político e ocorre em um momento quando o mercado norte-americano responde por menos de 16% do volume de etanol exportado pelo país.

A maior parte das vendas externas é, portanto, destinada a outros compradores internacionais, embora os EUA sejam atualmente o segundo principal destino do etanol brasileiro.

“A participação dos EUA nas exportações brasileiras já vinha diminuindo há anos. Antes mesmo do tarifaço, esse peso já era relativamente pequeno”, contextualiza o professor do Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Luiz Carlos Delorme Prado.

Na avaliação do especialista em economia e comércio internacional, são pequenas as chances de essa tendência de tarifação ser revertida. “Claro que é algo ruim, em especial para alguns setores específicos. Mas, verdade seja dita, não representa nenhuma tragédia para a economia do país”, acrescentou.

Para o professor da UFRJ, o mais provável é o Brasil fazer o que já vinha fazendo: buscar mercados alternativos para o etanol produzido no país.

Falta de previsibilidade

A busca por outros mercados – e a ajuda do poder público para essa busca – é algo cada vez mais necessário neste cenário de imprevisibilidades do governo de Donald Trump com relação às políticas comerciais que vêm sendo implementadas pelos EUA.

“Claro que ninguém gosta de perder um mercado como o dos Estados Unidos, mas, nas circunstâncias atuais, pelo menos durante a atual administração estadunidense, esse mercado se tornou muito problemático porque não oferece previsibilidade nem racionalidade”, argumentou o professor da UFRJ.

Segundo Delorme, fazer investimentos voltados especificamente para atender esse mercado é, atualmente, algo extremamente arriscado, motivo pelo qual o Brasil precisa buscar parcerias mais confiáveis.

“Não há garantias de que seja possível estabelecer políticas comerciais bilaterais minimamente previsíveis com os EUA porque o que move o tarifaço não são ganhos de natureza comercial, mas a agenda política do governo deles para a América Latina”, acrescentou.

Participação minoritária

Em 2025, o Brasil exportou cerca de 1,6 milhão de metros cúbicos de etanol (cada metro cúbico equivale a mil litros), o que correspondeu a uma receita de quase US$ 1 bilhão. No mesmo período, os embarques para o mercado norte-americano somaram cerca de 253 mil metros cúbicos, equivalentes a US$ 163 milhões.

De acordo com a União da Indústria de Cana-de-Açúcar e Bioenergia (Unica), os Estados Unidos responderam por menos de 16% do volume exportado pelo Brasil e por cerca de 17,5% da receita obtida com as vendas externas do biocombustível.

Resumindo: mais de 84% do volume de etanol exportado (cerca de 82,5% do faturamento das exportações) tiveram como destino outros mercados internacionais.

Competitividade

Segundo pesquisadores, a competitividade do Brasil no setor sucroalcooleiro representa vantagem na busca por mercados alternativos. Essas vantagens competitivas são estruturais, uma vez que o custo de produção no país é menor e a produtividade por hectare é maior.

Professor da Faculdade de Engenharia Agrícola da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e coordenador do Centro de Ciência para o Desenvolvimento do Etanol (CCD Etanol), Luis Augusto Barbosa Cortez explica que fatores como clima e solo ajudam significativamente o Brasil.

Ele lembra que os EUA produzem etanol basicamente a partir do milho. Já o Brasil, que sempre produziu a partir da cana-de-açúcar, passou, mais recentemente, a produzir também a partir do milho.

“E a tendência é de que a participação do milho na produção fique ainda maior”, afirma o coordenador do CCD Etanol.

Produtividade

Ele explica que o clima brasileiro possibilita a produção de milho em uma segunda safra, algo que ocorre em escala muito menor nos EUA, uma vez que boa parte da área cultivada encontra-se em regiões que vivem as limitações climáticas de um inverno mais rigoroso.

“O produtor brasileiro pode colher soja até o mês de maio e, na sequência, plantar milho para colheita em outubro. Dessa forma, uma mesma área pode produzir duas safras por ano”, detalhou Cortez.

Atualmente, cerca de 75% do etanol produzido no Brasil tem origem na cana-de-açúcar, enquanto os 25% restantes são produzidos a partir do milho.

Segundo o pesquisador, a participação do milho na produção de etanol vem crescendo rapidamente. A expectativa é que alcance cerca de 30% da produção nacional até 2030 e que, por volta de 2050, possa se igualar à participação da cana no setor.

Cortez explica que, um dos motivos para o aumento da produção de etanol de milho está associado à integração entre agricultura e pecuária, o que torna o setor ainda mais competitivo na corrida pelo mercado internacional.

“Produzir etanol de milho no Brasil está se tornando cada vez mais vantajoso. A atividade pode ser integrada à pecuária porque seu farelo serve de insumo para alimentação animal. Essa integração também traz ganhos ambientais, já que reduz a necessidade de áreas de pastagem”, acrescentou.

O especialista destaca também vantagens no processo industrial, uma vez que, no Brasil, parte da energia utilizada nas usinas é gerada a partir da biomassa do bagaço, tanto da cana como do milho, o que reduz ainda mais os custos de produção.

“Nos Estados Unidos, eles precisam comprar energia para parte do processo de produção do etanol. No Brasil, resolvemos isso dentro da própria usina. Por isso o custo deles é maior”.

Na produção a partir da cana, há também a questão da produtividade, que é maior do que a obtida a partir do milho. O Brasil produz aproximadamente 7 mil litros de etanol por hectare de cana plantada. Nos Estados Unidos, a produtividade chega, no máximo, a 5 mil litros.

Questão é política

Professor do Instituto de Relações Internacionais da Universidade de Brasília (UnB), Niels Soendergaard avalia que as medidas adotadas pelos EUA contra o Brasil têm “caráter eminentemente político”, apesar de apresentarem uma “maquiagem técnica”.

“A administração Trump, diante da guinada para governos de extrema direita na América Latina, deixou de tratar a questão tarifária de forma técnica, como havia sido a abordagem do governo brasileiro, e embarcou em uma postura de tentar manipular os desdobramentos políticos no Brasil por meio de pressão econômica externa”, argumentou.

Para Soendergaard, do ponto de vista técnico, a argumentação dos EUA não procede. “O Brasil cumpre as regras da Organização Mundial do Comércio (OMC), e a queda das importações de etanol dos EUA deve-se ao aumento da produção de etanol baseado em milho no Brasil”.

Ele explica ser perceptível que o governo Trump faça afirmações “parciais ou inteiramente divorciadas dos fatos concretos” para pressionar outros países. “Vemos isso inúmeras vezes, motivo pelo qual o governo Trump não pode ser tratado como um interlocutor confiável”.

Contexto

Os Estados Unidos justificam a imposição de tarifas adicionais de 25% sobre produtos brasileiros com base em investigação do Escritório do Representante Comercial dos EUA (USTR), segundo a qual determinadas práticas adotadas pelo Brasil seriam discriminatórias ou prejudicariam a economia norte-americana.

Entre os pontos questionados estão o acesso ao mercado brasileiro de etanol, regras relacionadas ao comércio digital e aos sistemas de pagamento eletrônico, questões de propriedade intelectual, medidas anticorrupção e o desmatamento ilegal.

O governo brasileiro rejeita essas alegações e afirma que a investigação não tem respaldo nas normas multilaterais do comércio internacional.

Repercussão setorial

A tarifação recebeu críticas das entidades representativas tanto dos produtores de etanol a partir da cana como do milho.

Segundo a União da Indústria de Cana-de-Açúcar e Bioenergia (Unica), ao contrário do que os EUA alegam, “a política brasileira para o etanol está plenamente alinhada às regras da OMC, sendo aplicada de forma não discriminatória e em conformidade com os compromissos multilaterais assumidos pelo Brasil”.

A entidade argumenta que não existe qualquer acordo bilateral entre Brasil e EUA que obrigue o Brasil a conceder tratamento tarifário diferenciado ao etanol norte-americano.

“Da mesma forma, a redução das exportações de etanol dos EUA para o mercado brasileiro decorre, sobretudo, da expansão da produção nacional, especialmente do etanol de milho, e não de alterações na política tarifária brasileira”, complementou.

A Unica disse confiar na forma como o governo brasileiro tem conduzido as negociações e reiterou a defesa de uma solução baseada no diálogo e no respeito às regras do comércio internacional.

Unem

Posicionamento similar foi apresentado pela União Nacional do Etanol de Milho (Unem). De acordo com a entidade, o Brasil não adota práticas discriminatórias, destacando que a tarifa brasileira de importação de etanol é aplicada de forma igualitária e em conformidade com as regras da OMC.

“Embora a aplicação da tarifa tenha impacto direto limitado sobre as exportações brasileiras de etanol, uma vez que os EUA não constituem atualmente um mercado prioritário para o produto brasileiro, a decisão preocupa pelos precedentes que pode estabelecer”, informou por meio de nota a Unem.

A entidade também credita a redução das importações de etanol norte-americano pelo Brasil à expansão da produção nacional de etanol de milho, bem como aos ganhos de competitividade do setor.

Por fim, a Unem reafirma sua confiança no diálogo institucional entre os governos dos dois países e defende que eventuais divergências comerciais sejam solucionadas por meio da negociação, preservando uma parceria estratégica fundamental para a transição rumo a uma economia de baixo carbono.

Com informações da Agência Brasil.

Empresa ligada a ACM Neto e Sidônio arremata antigo Centro de Convenções da Bahia
Publicado em 22/07/2026 às 13:00

A Pilar Incorporação e Construção arrematou por R$ 138,4 milhões o antigo Centro de Convenções da Bahia, em Salvador. Segundo o governo baiano, a empresa foi a única participante do leilão realizado na segunda-feira (20).

A companhia é controlada pelo Grupo Enseada, que tem entre suas empresas cotistas a Anre Participações e Empreendimentos, da qual são sócios o ex-prefeito de Salvador ACM Neto (União Brasil) e sua irmã, Renata de Magalhães Correia. Outra empresa do grupo tem como sócio o ministro da Secretaria de Comunicação Social, Sidônio Palmeira.

Em nota, ACM Neto afirmou que o Grupo Enseada possui histórico de investimentos imobiliários na Bahia e disse que a Anre Participações é apenas uma das empresas cotistas do grupo, que apresentou a única proposta no leilão.

Lula sanciona lei que amplia proteção aos honorários advocatícios
Publicado em 22/07/2026 às 12:30

O presidente Lula sancionou, nesta quarta-feira (22), a Lei nº 15.472, que altera o Estatuto da Advocacia para estabelecer expressamente que os honorários advocatícios constituem remuneração destinada ao sustento do advogado.

A norma equipara os honorários contratuais, sucumbenciais e os fixados judicialmente aos créditos trabalhistas, garantindo tratamento privilegiado em processos de falência, recuperação judicial, insolvência e concursos de credores.

A lei também estabelece que o contrato de honorários e a decisão judicial que os fixe ou arbitre passam a constituir títulos executivos e créditos privilegiados nas hipóteses previstas pela legislação.

Sileno Guedes lança pré-candidatura à reeleição nesta quinta-feira (23)
Publicado em 22/07/2026 às 12:18

O deputado Sileno Guedes (PSB) lança, nesta quinta-feira (23), às 18h, no Recife, sua pré-candidatura à reeleição.

Com o mote “O caminho que a gente conhece”, o evento será um símbolo da consolidação do parlamentar na política pernambucana, considerando sua militância no movimento estudantil, seu trabalho como secretário nas gestões do PSB, sua atuação como dirigente partidário e seu mandato, um dos de maior destaque na atual legislatura da Assembleia Legislativa.

O lançamento contará com a participação do pré-candidato a governador João Campos (PSB), de outros componentes da futura chapa da Frente Popular de Pernambuco e de lideranças políticas de diversas partes do estado.

SERVIÇO

Lançamento da pré-candidatura de Sileno Guedes à reeleição como deputado estadual

Data: 23 de julho (quinta-feira)
Horário: 18h
Local: Fiordes Buffet - Rua da Aurora, 1583, Santo Amaro, Recife-PE

Governo adia para 2027 exigência do CNPJ técnico na reforma
Publicado em 22/07/2026 às 12:00

Decreto publicado no Diário Oficial da União desta quarta-feira (22) adiou para janeiro de 2027 a obrigatoriedade do chamado CNPJ técnico para pessoas físicas e produtores rurais, além da emissão de notas fiscais com os campos da CBS e do IBS, previstos na reforma tributária.

O CNPJ técnico é um cadastro vinculado ao CPF para identificar contribuintes dos novos tributos sobre o consumo. A inscrição não transforma a pessoa física em empresa nem implica abertura de CNPJ empresarial.

Com a mudança, notas fiscais sem o preenchimento dos campos da CBS e do IBS continuarão sendo aceitas pelo Fisco até o início de 2027.

Prefeito de Nova York cobra prisão de Netanyahu pelos EUA
Publicado em 22/07/2026 às 11:30

O prefeito de Nova York, Zohran Mamdani, afirmou que sua administração não tem autoridade para cumprir o mandado de prisão do Tribunal Penal Internacional (TPI) contra o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu. Em vídeo divulgado nesta terça-feira (21), ele pediu que o governo de Donald Trump execute a ordem judicial.

Segundo Mamdani, a equipe jurídica da prefeitura analisou as possibilidades legais, mas concluiu que apenas o governo federal teria competência para cumprir o mandado caso Netanyahu entre em território americano.

O TPI expediu a ordem de prisão contra Netanyahu em novembro de 2024, sob acusações de crimes de guerra e crimes contra a humanidade relacionados à ofensiva israelense na Faixa de Gaza.

Câmara de Gravatá promove oficina voltada ao fortalecimento das famílias atípicas
Publicado em 22/07/2026 às 11:06

A Câmara Municipal de Gravatá realiza, no próximo dia 28 de julho, às 19h, a oficina "Além do Diagnóstico: conhecimento que fortalece, cuidado que transforma", iniciativa que reforça o compromisso do Poder Legislativo com a promoção da inclusão, da informação e do acolhimento às famílias atípicas do município.

Promovido pela Câmara, sob a presidência do vereador Léo do Ar, em parceria com a AMPAAG – Associação de Mães, Pais e Amigos de Autistas de Gravatá, presidida por Bel da Inclusão, o encontro tem como objetivo ampliar o acesso ao conhecimento sobre os desafios enfrentados após o diagnóstico, fortalecendo a rede de apoio e incentivando a construção de uma sociedade mais consciente e acessível.

A programação contará com a participação da assistente social Victória Alves, especialista em Direito das Famílias, e da psicóloga Maria Emília, profissional com atuação em Análise do Comportamento Aplicada (ABA). As palestrantes abordarão temas como os direitos da pessoa com deficiência, acolhimento às famílias, intervenção precoce, acompanhamento multiprofissional e a importância da atuação conjunta entre família, profissionais e poder público.

Para o presidente da Câmara, Léo do Ar, iniciativas como essa reafirmam o papel do Legislativo na promoção de políticas públicas voltadas à inclusão e ao fortalecimento da cidadania.

A Câmara Municipal de Gravatá convida toda a população, especialmente famílias atípicas, profissionais da área e demais interessados, a participarem desse momento de aprendizado, troca de experiências e fortalecimento da rede de apoio.

Serviço

Oficina: Além do Diagnóstico: conhecimento que fortalece, cuidado que transforma

Data: 28 de julho de 2026

Horário: 19h

Local: Câmara Municipal de Vereadores de Gravatá.